Para muitas empresas, setembro é o verdadeiro janeiro.
As equipas regressam. Os escritórios voltam a encher. O fluxo de clientes aumenta. Recomeçam reuniões, projetos, metas e decisões. Revemos objetivos. Orçamentos. Processos. Estratégias.
Mas há uma infraestrutura de performance que raramente entra nesta revisão: o ar. E devia.
Passamos grande parte do nosso tempo em espaços interiores. E aquilo que respiramos nesses espaços pode influenciar conforto, concentração, capacidade de decisão e bem-estar.
Um estudo da Harvard T.H. Chan School of Public Health encontrou resultados particularmente expressivos:
- em ambientes com menores níveis de poluentes e melhor ventilação, os resultados dos testes de função cognitiva foram 61% superiores;
- em condições com ventilação reforçada, chegaram a ser 101% superiores.
Estudos posteriores encontraram também tempos de resposta mais lentos e menor desempenho à medida que aumentavam as partículas finas e o CO₂, utilizado como indicador de ventilação.
Ar limpo não é apenas conforto. É performance. E, portanto, uma variável de negócio.
Num escritório, pode significar melhores condições para trabalhar, pensar e decidir.
Num espaço comercial, a equação estende-se ao cliente: temperatura, ventilação e qualidade do ambiente interior influenciam a perceção de conforto e a satisfação com o espaço – fatores particularmente relevantes quando queremos que alguém queira permanecer.
E há também uma questão de conformidade. Em Portugal, todos os edifícios de comércio e serviços em funcionamento estão sujeitos aos requisitos legais de Qualidade do Ar Interior previstos no Decreto-Lei n.º 101-D/2020 e na Portaria n.º 138-G/2021. São considerados parâmetros como CO₂, partículas PM10 e PM2,5, compostos orgânicos voláteis, monóxido de carbono, formaldeído, radão e contaminantes microbiológicos.
Nos Grandes Edifícios de Comércio e Serviços (GES) – regra geral, a partir de 1.000 m², ou 500 m² em conjuntos comerciais, hipermercados, supermercados e piscinas cobertas – existe ainda a obrigação de Avaliação Simplificada Anual da Qualidade do Ar Interior.
Talvez setembro seja, então, uma boa altura para perguntar:
O seu edifício está preparado para o novo ciclo?
Um check-up ao sistema AVAC pode identificar filtros saturados, equipamentos menos eficientes, desequilíbrios de ventilação, consumos desnecessários ou necessidades que mudaram com a utilização do espaço.
É precisamente aqui que entra a ImpactClima.
Não apenas para reparar ou instalar equipamentos. Mas para avaliar, acompanhar e desenhar soluções de climatização ajustadas à realidade de cada espaço, às pessoas que o utilizam e aos objetivos do negócio.
Porque começar um novo ciclo com melhores condições pode começar por algo tão simples quanto isto: respirar melhor.
